Apontamentos do que vai mal por aqui, mas sem esquecer os elogios, se os houver!

02
Ago 08

Mais uma da TAP.

 

Às vezes há situações tão insólitas que nós nem somos capazes de acreditar. Foi o que aconteceu na minha última viagem pela TAP. Depois de muita confusão no check-in, dirigi-me à porta indicada, onde o autocarro já estava à espera. Entrei e, como fiquei mesmo junto à saída, esperei que se fechassem as portas para pousar o meu portátil (para a próxima compro um mais leve), a mala do meu animal de estimação e uma caixa que já me estava a magoar os dedos. E esperei... esperei...esperei... "Já não sinto os dedos"...esperei... "Bolas, o portátil é pesado"... "Desisto vou pousar isto tudo, mesmo que impeça o fecho das portas". E, quando dei por ela, já tinham passado 40 minutos!

 

Num autocarro cheio, com crianças e grávidas, ninguém foi capaz de aparecer para explicar o que se passava. Não!!!! Eles que fiquem lá dentro tipo sardinhas em lata, sem qualquer informação. Até que, alguns passageiros decidiram sair do autocarro e ir lá dentro perguntar o que se passava. Só consegui ver uma sra. a andar de um lado para o outro, como que a tentar fugir de dar explicações, contudo não conseguiu escapar de um dos passageiros mais persistentes. Quando ele voltou, não vinha muito contente!!! Parece que a sra. lhe disse que a tripulação tinha ido ao café!!!!! Grande capacidade de resolução de problemas que esta sra. tem, um verdadeiro dom! Mesmo que fosse essa a verdade, acho que não fica nada bem dizer isso a pessoas que estiveram num autocarro cheio, em pé, durante 40 mn.

 

De qualquer maneira, problemas e imprevistos podem sempre acontecer em qualquer instituição ou empresa. O que faz toda a diferença nestas situações são os funcionários e o modo de se lidar com esses problemas. Neste caso, tudo falhou, desde o ter deixado o cliente à espera, sem informação, num autocarro, quando se poderia estar ainda na sala de espera, até à resposta gloriosa da sra. Que tal umas formações à equipa da TAP em Marketing relacional?

publicado por bloguedereclamacoes às 15:44
sinto-me: Ãhhhhh

22
Jul 08

A TAP afirma pensar no conforto dos animais, permitindo o seu transporte na cabine desde que tenham até 7 kg (incluindo o contentor). Paradoxalmente, exige que a altura máxima da mala de transporte seja de 25 cm... 25 cm?! O meu gato, que até é pequeno (pesa 3,900 kg), tem mais de 25 cm quando sentado. Qual é o conforto do animal que tem que aguentar umas 2 horas de viagem sem poder esticar as patas? Estar sempre deitado sem espaço para se virar não é a minha noção de conforto. E os animais são considerados inferiores a bagagens ou quê? Por que motivo pode alguém em primeira classe transportar 10 kg de bagagem e o animal só pode ser até 7 kg? Para mais, estes 10 kg não pesam no preço do bilhete, enquanto que o animal é considerado excesso de bagagem e, claro está, o pobre paga!

publicado por bloguedereclamacoes às 14:50
sinto-me: Mole
música: Hoje preciso de silêncio

21
Jul 08

Não vou generalizar porque seria injusto. Mas, já tenho feito bastantes viagens e considero que o atendimento na TAP poderia melhorar; tenho sempre a sensação que se acham muito superiores, há usualmente um ar de arrogância. Então hoje o contacto que estabeleci com o Call Center foi um excelente exemplo disso.

 

Primeiro, o tom é fundamental num contacto telefónico, senão começa tudo mal. Segundo, a teimosia, o ser-se complicado e a falta de informação arrasam de vez com qualquer satisfação por parte do cliente. Eu sei que se quero transportar um animal comigo tenho que o levar em determinadas condições, como o já fiz várias vezes, numa mala própria para animais. Contudo, a sra., coitada, teimou em embirrar com a mala e disse que tinha que ser transportada num contentor, entenda-se contentor rijo e que se eu tinha conseguido até ao momento transportar o meu bicho de outra forma era porque os colegas tinham sido benevolentes. Bem, então há muita gente benevolente e só ela é que cumpre todas as regras! Ora, no regulamento de transporte de animais da TAP nada fala em contentores rijos; fala, sim, simplesmente em contentores. Então e a mala não é um contentor? Um contentor não é algo que contém? Tal como nas leis, a definição de contentor peca por omissão.

 

Por outro lado, também há medidas máximas, o que se compreende, de modo a que o "contentor" possa caber no espaço mínimo a que temos direito, e, dadas as experiências anteriores, informei que as medidas da mala do meu animal eram as máximas. Ui, o que fui dizer! A sra. ainda ficou mais afectada (coitada, devia ser da azia!) e literalmente inventou que não havia limites máximos e que eu tinha que medir e blá blá blá. Pronto, tudo bem, se ela queria que eu medisse (mais uma vez) era só dizer com gentileza; não era preciso enervar-se daquela maneira. O problema é que me enervou também e faltas de educação não aturo eu! Além do mais, sendo uma mala, as dimensões não são fixas, uma vez que há possibilidade de rebaixar, apertar (o que nunca foi preciso fazer). Daí, qual a razão para tanta dificuldade? Ó minha sra, faça yoga!

 

P.S. - A questão das dimensões fica para outro post.

 

publicado por bloguedereclamacoes às 16:38
sinto-me: Enervada
música: Deixa-me rir - Jorge Palma

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